terça-feira, 29 de setembro de 2009

Um "singelo" poema dedicado à Folha de São Paulo, o Arauto-mor da ditadura e dos liberticidas

Soneto da (falsa) Ditabranda

Quando energúmenos levantam a voz para negar a matança
E para defender a barbárie de assassinos da anistia
Vejo tremer nas bases a moribunda esperança
De ver sempre guarnecida a nossa mãe democracia

Quem são esses abutres, seres sem brio
Que, a despeito de que alguém contra eles se zangue
Lançam nos ouvidos jovens um tom sombrio
De falsas canções banhadas de sangue?

Que esse horrendo jornal, letra morta dos aviltantes
Engula seu sofismo e deixe descansar no Éden dos nobres
Aquelas doces almas dos guerreiros elegantes

E que nossa geração levante da justiça a couraça
E mate a tosca mentira da abjeta “ditabranda”
E respeite a memória de que morreu com raça


Por All Mon

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